Polícia encontra arma na casa do ex-marido de vendedora assassinada, em SJC

Arma estava no telhado da residencia; polícia encontrou após denúncia anonima




A Polícia Civil de São José dos Campos encontrou uma arma no telhado do ex-marido de Jaqueline Barros, de 28 anos, que foi assassinada no dia 8 de maio dentro de uma loja de imóveis, na área nobre da cidade.

Segundo a Delegacia de Investigações Gerais (DIG), a arma foi encontrada após uma denúncia anônima e estava no telhado da casa do homem, no bairro Jardim das Indústrias. O ex-marido da vítima, um médico, está preso suspeito de ser o mandante do crime. Ele teria encomendado a morte da ex-mulher, junto da atual namorada, e combinado um pagamento de R$ 7 mil para um homem matar Jaqueline.

Agora, a arma passará por exame de balística. A polícia acredita que ela seria a mesma utilizada no assassinato da vendedora e, no mesmo dia, usada pelo médico para atirar contra sua própria perna para forjar um álibi.

O homem está preso temporariamente e nega envolvimento no crime. Além dele, sua namorada e uma mulher suspeita de participação no crime também estão detidas. A polícia ainda procura outra mulher envolvida, de nome Ana Claudia, e o autor dos disparos, conhecido pelo apelido de "Corola", os dois são namorados e moradores de Campos do Jordão.

O médico estava em batalha judicial com a vítima por conta do pagamento de uma pensão. O médico devia R$ 30 mil para a vítima.




O crime

Jaqueline Barros, de 28 anos, foi morta a tiros dentro de uma loja de móveis na Avenida São João, região nobre de São José dos Campos. O crime aconteceu por volta de 19h do dia 8 de maio. O assassino entrou na loja e disparou vários tiros na mulher, que trabalhava como vendedora, sendo dois na cabeça. O criminoso fugiu a pé sem levar nada.

Algumas horas após o crime, o ex-marido da vítima deu entrada no hospital baleado na perna. Ele relatou aos policiais que sofreu uma tentativa de assalto em sua casa. Após receber alta, ele foi chamado a depor, porém se recusou, pois o depoimento seria gravado. Ele foi preso no mesmo dia, acusado de encomendar o crime.


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