Poema sumério retrata Terra ancestral, destruída por uma colisão de mundos


Colisão de MundosColiso de Mundos Segundo os escritos sumérios, um acontecimento universal ocorreu há 4 milhões de anos, quando o sistema solar ainda era muito jovem. Não existia a Terra como a conhecemos hoje, mas no seu lugar havia outro planeta, bem maior e que ocupava outra posição em órbita do Sol. Era Tiamat (Ti.Amat), do tamanho de Urano e todo coberto de água, e que ficava na faixa entre Marte e Júpiter, onde hoje é encontrado um cinturão de asteróides, sendo ele, de acordo com os registros sumérios, o que restou de uma colisão de planetas.
 
No princípio só havia o Sol e Tiamat e à medida que o universo se expandia, novos corpos celestes se formavam, como os planetas médios, Mercúrio, Venus e Marte, depois os gigantes gasosos  Júpiter e Saturno e a seguir Urano e Netuno. Plutão, assim como atualmente foi reclassificado, era satélite de Saturno.
 
Os Sumérios, povo mais antigo do mundo que ocupava a Mesopotâmia (atual Iraque) contavam uma história sobre a criação do nosso sistema solar que se ajustam às modernas teorias dos cientistas da atualidade. A maioria deles estranha um intrigante vazio orbital entre Marte e Jupiter, área onde, de acordo com a física, deveria orbitar um mundo. 
 
A Ciência também tenta explicar porque a órbita de Plutão está desviada alguns graus fora da elíptica e porque Urano está deslocado sobre seu lado. O ENUMA ELISH, texto mais antigo do mundo, relata que  houve um cataclismo cósmico: um choque de um mundo invasor que adentrou o então jovem sistema solar.
 
O texto sumério ENUMA ELISH foi encontrado nas escavações da Biblioteca de Assurbanipal, nas ruínas de Nínive (atual Iraque) e fala de um passado remotíssimo, e sobre uma outra Terra. Esse nosso planeta ancestral tinha mais água do que o mundo de agora e orbitava uma outra faixa sistêmica, dizem os relatos do poema sumério.
 
No entanto, houve a aproximação de um corpo celeste desgovernado, que as diversas tradições ocultistas consideram ser um suposto cometa ou planeta “vagabundo” que gira em órbita irregular e distante. Os sumérios conheciam-no por Nibiru e os assírios o denominavam Marduk.
 
A colisão é contada com fator determinante para o surgimento do cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter. Esse foi a primeira visita do intruso. Tiamat, a Terra ancestral, partiu-se em duas e uma de suas metades foi arremessada então para uma faixa mais próxima do Sol (lugar onde hoje se encontra). Esse choque de mundos também provocou o surgimento de outro corpo: a Lua, satélite natural da Terra.
 
A outra metade do velho planeta ficou orbitando no mesmo local, sem vida, até que, após cumprir seu círculo orbital, a “Besta’ celeste retorna e provoca uma segunda colisão, pulverizando de vez os restos do planeta moribundo. 
Enquanto isso, em “novo endereço” a outra metade de Tiamat transforma-se no nosso planeta azul. 
 
“Nibiru/Marduk era fascinante, cintilante, imponente, senhorial, segundo alguns dos adjetivos usados para descrevê-lo. Faíscas e raios foram arremessados por ele quando passou por Netuno e Urano. Pode ter chegado com seus próprios satélites orbitando à sua volta, ou adquiriu alguns deles pela forca gravitacional dos planetas exteriores...”, diz o poema antigo.
 
A NASA reafirmou essa teoria quando da Missão NEAR enviada para conhecer e levantar vestígios de como se deu a criação do cinturão de asteroides. De acordo com um boletim expedido pela agência espacial, no início do nosso sistema solar, algum corpo celestial de consideráveis proporções colidiu com um planeta do nosso sistema que se espatifou e formou o cinturão de detritos planetários.
 
O Antigo Testamento, que em grande parte transcreveu registros de povos da Antiguidade,  também se refere a esse momento, quando cita em GÊNESE a existência do planeta aquoso TEHOM.: 
“A abóbada partida ELE (o planeta) estendeu. No lugar de Tehom. A terra suspendeu no vazio; Ele (o planeta) prendeu as águas em densas nuvens. Sem que estas se rasgassem com seu peso.” JÓ-26:7,13

 

anuncio