Ser humano é desafiar-se


O descompromisso com a verdade tem gerado muitas pessoas sofridas, que arrastam suas prisões e deixam de viver a liberdade.

Como seria valoroso se buscássemos viver o que Jesus um dia orientou em relação ao amor, afirmando que o amor a Deus só é amor se for amor pelo próximo. E como amar o próximo se, muitas vezes, não nos amamos?

Já se imaginou, antes de qualquer reação, palavra ou olhar, recordássemos que o outro é sempre a oportunidade de encontrar o amor que declaro a Deus? Com certeza os ressentimentos e o ódio não seriam tão intensos. A alegria do outro é a minha alegria, a dor do outro é a minha dor... então sim, o Amor a Deus seria autêntico.

Revestir-se de Cristo é a melhor forma de não se contradizer, mas o problema é que não temos muito tempo para conviver com esse Cristo e assim, adotar suas atitudes em nós. A pressa que nos afasta de Deus, faz-nos esvaziados do amor.

Nossos corações podem ser refúgios solitários, frágeis fortalezas ou, ainda, uma casa de porta aberta, com o cheiro bom do café no fogão de lenha, esperando por todos os que ali se achegam. Como está o seu coração hoje? Se ainda é uma frágil fortaleza, prefere permanecer nessa resistente forma de viver?

O amor sempre será capaz de peneirar as sujeiras da alma, fazendo-nos repletos de Deus, instrumentais de cura, reconstrutores da vida. Expulsemos as intolerâncias e contemplemos mais a beleza humana estampada em cada pessoa.

Quando você se encontrar diante de um espelho, recorde-se que o dedo de Deus, um dia tocou você! Por isso és imagem desse Deus de amor, semelhança de um Deus que é bondade e compaixão!

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