O que agrada a Deus

não devemos nos moldar às estruturas desse mundo, mas transformá-lo


A Sagrada Escritura, em diversas passagens do Antigo Testamento, apresenta a história do povo de Israel que, temendo a Deus, ofereciam seus cultos. Esses cultos eram a partir do sacrifício da vida dos animais. Chegado o tempo da Nova Aliança, Jesus é oferecido como o sacrifício único e santo, Ele mesmo é a vítima a ser oferecida no altar da Cruz.Com essa oferta, Deus redime todo o povo, aceitando a Eterna Aliança.

                Escrevendo para a comunidade cristã de Roma, Paulo pede-lhes que ofereçam seus corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Assim ele chama de verdadeiro culto, quando não devemos nos moldar às estruturas desse mundo, mas transformá-lo, renovando nossas mentes e fazendo o que, realmente, agrada a Deus, aquilo que é bom, aquilo que é perfeito (Rm 12, 1-2).

                Este é o caminho da perfeição, deixando-nos motivar pela mensagem de Cristo e abrindo nossos corações para essa autêntica mudança de vida. Não é fácil abandonar os velhos hábitos, não é fácil deixar nossas manias e aceitar que precisamos adquirir valores novos, posturas que nos aproximam do Céu. Existe, ainda, muita resistência de nossa parte, muito medo de perdermos nossas posições adquiridas, mesmo sabendo que elas são incoerentes com a mensagem do Evangelho. A escolha é nossa: ou continuamos "maquiando" nosso cristianismo ou nos tornamos discípulos seguidores de Cristo, bem-aventurando o mundo onde passamos, levando essa Boa Nova libertadora para todos os corações, inaugurando o tempo da graça na vida de tantas pessoas e realidades.

                Eis o que agrada a Deus, a bondade que precisamos testemunhar em nossas vidas!

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